DOC#1 – VÔ

11 04 2009

Este pequeno documentário foi filmado em São Paulo e mostra um pouco do dia de Marcos Saulo, mais conhecido como Vô. Quando nós o conhecemos, ele era morador de rua e vivia numa região em que 99,9% das pessoas tem problemas com drogas, principalmente com o crack. Esse video tem o objetivo de mostrar um pouco do lado deles da história e como eles vêem e tratam a nós, que vivemos na sociedade. É o primeiro documentário do projeto Operação Resgate (espero que surjam outros). Esse projeto está ajudando algumas dessas pessoas dando a elas uma segunda chance, sentando para conversar, tentando descobrir quais são as necessidades delas e as ajudando a voltar a ter uma vida digna.

This short documentary was shot at São Paulo, in Brazil and shows how lives Marcos Saulo, aka Vô (Grampa). When we met him, he was homeless and lived in an area where 99.9% of the people are crack addicts. This small video has the purpose of showing their side of the story and how they see and treat us, that live in the society. It is the first of Operação Resgate (Rescue Mission) docs operacaoresgate.org. This project is helping some of this people to have another chance in their lives, not just giving food, but siting with them, finding out about their needs and helping them to get back to a worthy life.





Nova Vida…

7 04 2009

    No final de 2008 conhecemos a Alessandra. A situação dela era bastante crítica. Grávida (acreditava que era uma gestação de gêmeos), usuária de crack e moradora de rua. Ali estava um desafio a ser enfrentado.

          O carinho que tínhamos pela Ale foi aumentando com o passar do tempo e a vontade de vê-la vencer também. Pedimos muitas orações e acreditamos que Deus ouviu cada uma das que fizemos.

          Há mais ou menos um mês e meio, ela foi fazer sua primeira ultrassonografia no Hospital Campo Limpo e neste dia descobrimos que ela estava grávida de uma menininha e que em quatro semanas iria dar a luz a uma pequena Marina. Fomos conversar com a assistente social para sabermos qual era a possibilidade da Alessandra fazer uma laqueadura. Fomos muito bem atendidas pela Leda, que sempre muito prestativa se disponibilizou a esclarecer todas as nossas dúvidas e ajudar no que fosse possível. Saímos felizes , sabendo que em breve a pequena iria nascer.

          A preocupação surgiu depois quando nos questionamos com quem iria ficar a guarda da Marininha, pois para a Alessandra ficar com ela precisaria sair da rua, encontrar um lugar para morar e acima de tudo precisava modificar seu modo de viver.

          Em meio aos preparativos e a busca de um lar, de surpresa, a Alessandra entrou em trabalho de parto. A bolsa estourou na noite do dia 23 de março. Os pais da Marininha ligaram para a Marina gente grande assim que a Marina gente pequeniníssima resolveu dar graça a esse mundo.

          Foi no Hospital Campo Limpo e na madrugada do dia 24, que a Marina pequena-pequena nasceu, linda e super saudável. Não tínhamos preparado nada, fomos pegos de surpresa, mas tínhamos certeza que Deus estava no comando.

          Após o nascimento, começou o drama, Alê iria ou não ficar com a filha? No hospital todos estavam comovidos e preocupados. Tivemos a ligação da assistente social dizendo que a Alessandra não estava cuidando da menina direito. Marininha foi para o berçário enquanto as pessoas maiores tentavam resolver o problema de onde e com quem a pequena iria ficar.

          No hospital Alessandra ganhou várias roupinhas, cobertores, fraldas e até uma banheirinha. Ela estava extremamete feliz com o nascimento de sua filha. Sendo bem tratada e acarinhada por todos, uma nova Alessandra começou a surgir. Uma mulher bonita, feliz e com vontade de mudar de vida para poder criar sua bebê.

           Oramos muito para que Deus fizesse a sua vontade. Todos que conheceram a Alessandra e que de uma certa forma fazem parte da vida dela estavam temerosos e a única coisa que sabiam que podiam fazer era orar.

           A guarda da pequena Marina ficou com a avó, Dona Maria. Na quinta-feira passada, com a firme esperança de um recomeço, o pai de Marina e companheiro da Alê, Edinho, decidiu fazer das cinzas o seu ponto de partida. Queimando a antiga casinha em que viviam, Edinho prometia a si mesmo que nunca mais voltariam para debaixo da ponte.

          E assim se deu o início de uma vida tão forte e tão bonita que fez renascer a força e a coragem dos responsáveis pela sua vinda ao mundo. Marina não nasceu sozinha, trouxe consigo uma nova Alessandra e um novo Edinho que juntos buscarão por uma vida nova e repleta de vitórias. A nós resta o aconchego de louvarmos ao nosso Deus e agradecer pelo tanto que já fez por essa família nova e cheia de força de vida. Continuemos orando pela Alessandra e por essas novas vidas que se iniciam, pois o progresso nunca vem fácil.

 ps – em breve fotos da pequena Marininha (que ainda pode ser que mude de nome)

 

Beijos. Fabi.

 

 

 





Últimos acontecimentos….

6 04 2009

Gostaria de me desculpar pela falta de atualização de nosso blog nas últimas semanas. O projeto está passando por uma fase de reformulação para que nossa ajuda possa ser cada vez mais efetiva, então nosso tempo tem sido gasto, quando não com o contato com os moradores de rua, com reuniões, busca de ajuda para o projeto etc., o que nos tem impedido de atualizar com tanta freqüência nosso blog. Perdão.

Nessas últimas semanas muita coisa aconteceu, mas vou destacar o que considero a experiência mais difícil que tivemos desde o início de nosso trabalho. Como muitos já sabem o Alexandre havia sido internado em uma clínica de reabilitação. Inclusive quando postei esse acontecimento chamei o post de “O dia da Virada..”  pois imaginava ser aquele o empurrão que faltava para se reerguer.

Mas na semana passada ao visitarmos o Alexandre na clínica verificamos a grande dificuldade que é resgatar alguém das ruas e das drogas. Em resumo, ao chegarmos na clínica nos deparamos novamente com um Alexandre muito ansioso, pedindo quase que desesperadamente para sair da clínica. O Marcelo, dono da clínica, entendeu que não haveria como segurar mais o Alexandre lá, vez que sua internação era voluntária e teríamos que respeitar seu livre arbítrio. Tentei convencer o Alexandre a ficar mais um pouco, mas sua compulsão pela droga, os “5 minutos” como ele mesmo chama, falou mais alto. Não havendo lugar nos carros para ele voltar conosco, sem nem mesmo se despedir, saiu a pé pelas portas da clínica. Segundo seu discurso, iria para a casa de sua mãe, que por sua boa aparência atual, o aceitaria de volta.

Fiquei bastante abalado com tudo aquilo, pois todos víamos nitidamente o motivo pelo qual ele queria sair tão desesperadamente de lá, o crack.

Logo na segunda-feira o encontramos na Av. Água Espraiada. Em nosso encontro, lamentou muito o ocorrido, e fez a triste declaração de que nesses “5 minutos” de compulsão, perdeu tudo em sua vida, e gostaria que Deus o curasse desses 05 minutos em que ele perde totalmente o controle sobre ele. Conversamos bastante, e tentamos o animar a não desistir dele mesmo, mostrar que existe uma solução para a vida dele. Ele pareceu se animar, e combinamos um encontro na igreja de Moema na quarta-feira à noite. Ele apareceu no encontro marcado, conversamos ainda mais, oramos, ouvimos o sermão. Na sexta sugerimos que ele saísse da Espraiada e fosse dormir em um albergue, ele relutou bastante, mas resolveu vencer suas vontades viciadas, jogou fora a droga que estava com ele, e foi conosco para o albergue. No sábado foi para a igreja Nova Semente com o Leo e o Samuel, onde também apareceu o Ivan (Quebrada) outro morador de rua. Os dois se animaram, passaram o dia em um parque com o Samuel e o Roger e à noite se dirigiram novamente para o Albergue (espero).

 Difícil saber como ajudaremos o Alexandre daqui pra frente, mas seguiremos animando-o a lutar por sua vida. Deus não desiste de nós, e a exemplo Dele, não desistiremos do Alexandre, já que desejamos ser instrumentos de Deus.

Essa semana tentaremos promover um reencontro do Alexandre com sua família, que não vê há anos. Ele demonstrou esse desejo, e pensamos que isso irá fortalecê-lo a vencer o vício. Precisamos mais que nunca das orações de vocês sobre esse assunto. Se encontrarem o Alexandre por aí, animem-no.

Grande abraço.





17 03 2009

às vezes me falta fé. muitas vezes. eu oro e peço a Deus que me dê mais fé porque sem ela as coisas não fazem sentido. cada pessoa que nós (o grupo da or) conhecemos nos ensina alguma coisa valiosa, e nos envolvemos até o limite pra conseguir mudar a vida desta pessoa de alguma forma. mas quando o retorno não vem, ou vem aos pedaços, ou vem diferente do que imaginamos.. aiai! quebra as pernas, dá um desânimo natural. é aí que entra a fé. porque sem ela eu desisto. e com ela eu acredito. domingo fomos na clínica new life e tivemos um dia especial. falo por mim, cheguei lá com a cabeça em outro plano, pensando em qualquer coisa, sem foco nenhum. e no decorrer do programa LINDO que nosso amigos fizeram – pedro, joyce, edu, estevão, paulinha e os outros cantores fofos que não me lembro dos nomes – senti a transformação do espírito de Deus em mim. os hóspedes da clínica estavam envolvidos, cantando músicas que nunca tinham ouvido, se esforçando pra acompanhar, e cantando alto! o alexandre até fez um duelo com o estevão no “Deus do impossível”! foi ótimo, e sei que foi ótimo pra todos (ou quase todos) os presentes. GLÓRIA!!! Deus se manifestou através de nós para chegar no coração de pessoas que pensam o dia todo em coisas como ficar bem louco, fugir da clínica, convencer alguém a levar embora da clínica, etc. e o mesmo Deus maravilhoso e misericordioso se manifestou através de pessoas carentes de amor e de Deus, enfiadas num lugar pra tirarem o veneno do corpo, e fez com que eles tocassem nos corações de jovens crentes e também carentes de amor e de Deus. que troca linda!!! sim, falo por mim, mas talvez também esteja falando por você. e você só vai saber se vier participar com a gente. pode ser? domingo voltaremos lá, terá futebol e churrasco. e principalmente, louvaremos a Deus!

ju





E após a tempestade….

9 03 2009

Quem tem acompanhado o nosso trabalho, pôde ver no último post sobre o Alexandre, que a situação estava bastante complicada, e que nossa última visita à clínica havia sido um pouco frustrante, já que vimos o nosso primeiro “resgatado”, em uma crise de abstinência, literalmente implorando para voltar para as ruas.

Aquilo mexeu bastante com as pessoas do grupo, que pensavam que a recuperação seria um pouco mais tranqüila. Por isso, oramos, e pedimos oração aqui no blog. E mais uma vez, Deus nos atendeu.

Domingo pela manhã, em um grupo de umas 20 pessoas, fomos novamente até a clínica visitar o Alexandre e fazer uma pequena programação com os demais internos. Para nossa alegria, pudemos encontrar um Alexandre bem mais tranqüilo, alegre, consciente de que o episódio da semana passada tratava-se de uma crise de abstinência. Nos pediu desculpas (desnecessárias), e pudemos conversar de uma forma bem mais tranqüila com ele, que demonstrou estar bem disposto a seguir com o tratamento.

É ainda um pouco triste ver a sua inquietação pela falta da droga. Seus pés não param de balançar, ele dificilmente consegue ficar parado, justamente porque o corpo está pedindo algo de que necessita, o crack. Mas pude reparar algo bastante interessante. No momento em que começamos o culto, onde cantamos algumas músicas em louvor a Deus, o Alexandre sentou-se na cadeira, e todas as suas inquietações, a perna que balançava sem parara até então, se acalmaram, e ele ficou sentado serenamente na cadeira, ouvindo e cantando as músicas, ouvindo a linda mensagem de restauração levada pelo Carioca, e parecia ter sido invadido pela paz de Deus, sem qualquer demonstração, durante todo o culto, de seu corpo estar necessitando da droga. Um momento muito bonito, graças à paz de Deus. Acabando o culto, a tremedeira novamente começou.  ale ale1O resto da programação foi muito abençoada, todos prestaram bastante atenção na forte mensagem trazida pelo Carioca, a qual apontou para Deus como o único meio de se alcançar a restauração e o perdão. Conversamos bastante, e conhecemos um pouco mais os internos da clínica New Life, os quais fizeram questão de demonstrar o quanto apreciam as nossas visitas e o quanto precisarão de nós para se manterem firmes após o término do tratamento.

Saímos de lá, novamente, com a maravilhosa sensação de termos sido usados por Deus, e de termos visto como Deus atende as nossas orações, trazendo a paz e a calma ao coração do Alexandre. E gostaríamos muito que todos vocês que nos lêem pudessem sentir e viver essa maravilhosa experiência que temos tido a cada final de semana. Junte-se a nós.

O Alexandre tem estudado a Bíblia todos os dias, e tem pregado sobre o amor de Deus a muitos naquele local. Todos comentam sobre sua consagração. Amém!

Temos ainda o imenso desafio de, após o fim de seu tratamento (no mínimo 4 meses), não deixarmos ele voltar para as ruas. Precisamos que ele arrume um emprego, uma casa para morar. Como faremos? Com a benção de Deus através da sua ajuda. Favor entrar em contato. Precisamos de você.

Deus nos abençoe.





Quer Ajudar?

5 03 2009

Nessa semana as coisas estão ficando mais claras pra gente. Estamos um pouco desorganizados por falta de um plano de ação, mas com o tempo as coisas vão se encaixando. Muitas pessoas querem ajudar, se envolver, mas não sabem como. A gente também não sabia, mas agora sabe. Quem quiser saber como participar desse projeto, estaremos explicando na igreja adventista de moema neste sábado (o7/03) de tarde durante o JA (17:30). Fiquei com vontade de terminar esse convite com uma frase do tipo “junte-se a nós” mas ia ficar muito brega.

aquele abraço





As PEDRAS no caminho

5 03 2009

Último sábado, fomos até a clínica New Life para visitar o Alexandre e realizar uma programação com os demais internos. Chegando lá, em mais ou menos umas 15 pessoas, conseguimos reunir um número grande de internos para darmos início à nossa programação, uma grande vitória, já que normalmente, pelo que vimos e soubemos a maioria não freqüenta as atividades religiosas que ali acontecem. Mas antes do programa começar, avistei o Alexandre, que rapidamente ergueu os braços, demonstrando alegria, e veio me dar um abraço, dizendo que estava com vontade até de chorar. Percebi que estava mais gordinho, com cabelo cortado, barba feita, uma ótima aparência, e fiquei muito feliz.

Mas, como diria o jargão, “nem tudo são flores“. Logo após nos cumprimentarmos, com a programação prestes a começar, Alexandre me chamou para uma conversa particular. Visivelmente alterado, pediu-me para levá-lo embora da clínica comigo naquele dia. “Não agüento mais essa prisão, você tem que me tirar daqui, hoje”. Aquelas palavras tiraram meu chão, nunca tendo passado por situação semelhante, não sabia como agir. Fiquei de conversar com ele depois, visto que a programação já se iniciava.

Durante a atividade, que foi muito abençoada (contarei sobre ela daqui a pouco), cada um de nós pegou dois internos para conversar um pouco e fazer uma oração. Chamei o Alexandre e mais um. “Mauro, por favor, me tira daqui, eu prefiro a rua, se você me deixar aqui, não precisa mais olhar na minha cara, não faça isso comigo”, eram as palavras que eu ouvia. O outro interno que nos acompanhava na atividade pedia para o Alexandre manter a calma, pois era normal sentir aquela compulsão no começo, que ele havia passado por isso. A situação ficava cada vez mais difícil para mim, e nesse momento o Alexandre abordava a cada um de nós, implorando para levarmos ele novamente par as ruas. Chegou a ajoelhar aos pés do Nando.

Pasmo, fui conversar com outros internos, que me informaram que haviam passado pela mesma compulsão e abstinência que o Alexandre estava passando, mas que tínhamos que ser firmes. Marcelo, o dono da clínica, me orientou no mesmo sentido, e com claras palavras disse ao Alexandre que não liberaria sua saída naquele dia, informando-o ainda que ele havia sido interditado judicialmente pela clínica.

O que nos restava naquele momento? Não sou nem familiar do Alexandre, o conheço há pouco mais de um mês. Quem sou eu para restringir a liberdade de uma pessoa, mesmo sendo claro o desejo dessa pessoa se matar? Vários questionamentos me assaltavam a mente, então comecei a orar, olhei para a Thais ela já estava orando, e acho que cada um ali deve ter feito sua oração silenciosa “Senhor, nos guie, e se for da Sua vontade, acalme o Alexandre”. A oração foi atendida, e aos poucos a compulsão do Alexandre foi baixando, e ele pareceu controlar de novo sua abstinência, mas aí, já era hora de ir embora.

Pedindo incessantes desculpas, o Alexandre disse que agüentaria ficar ali por dois ou três meses. Até lá verificaremos qual a situação dele.

Esperando encontrar um Alexandre manso, sempre bem-humorado como era quando morava na rua, viciado em crack, fomos surpreendidos por um Alexandre angustiado, sentindo por seus órgãos a necessidade da droga, que a essa altura, já está ausente de seu organismo por 03 semanas. Chantagens emocionais, lágrimas, discursos inflamados marcaram a nossa primeira visita àquele que consideramos nosso primeiro resgatado.

Um detalhe que esqueci de mencionar, no entanto, é que antes de eu encontrar o Alexandre, encontrei um de seus colegas de quarto, com quem já havia me encontrado da primeira vez que visitei a clínica. E ao me encontrar, me abraçou e disse “Estou no quarto com o Alexandre, e ele é um verdadeiro missionário,” ergueu o braço todo arrepiado para mim e complementou “me arrepia até de lembrar as coisas que ele me fala sobre a Bíblia”.

Todos os outros internos nos asseguraram que o Alexandre até ali tinha sido uma pessoa super descontraída, alegre, amigo de todos, e assíduo leitor da Bíblia. Foi nossa presença que despertou nele a esperança de poder suprir a necessidade química de que seu corpo depende, e a crise de abstinência explodiu, tirando-lhe a razão.

Por incrível que pareça, tudo isso aconteceu sem que a beleza da programação com os demais internos fosse afetada. Ninguém parecia perceber o que acontecia há poucos metros, e a mensagem de Deus foi pregada através do testemunho do Vanildo, ex viciado em crack, que freqüenta a igreja do Morumbi. Os momentos de conversa com os internos foram muito abençoados, e pudemos ouvir um pouco sobre a história de cada um, e apresentar o amor de Deus como a única solução para os problemas que às vezes excedem às forças humanas.

Coroada por um lindo hino de louvor cantado pela Ju, a programação foi lindamente encerrada.

Oração, único meio de se lutar contra as forças de Satanás. É disso que o Alexandre precisa. Necessita experimentar a “paz que excede todo o entendimento”, precisa de um milagre para controlar a abstinência. O problema dele é o problema de quase todos os ali internos. Por favor, orem pelo Alexandre o por todos que ali estão. A luta é mais difícil do que eu imaginava, e é preciso um milagre.

Deus abençoe a todos nós.

Um abraço.

Mauro